Kintamani e Lake Batur, Bali - Indonesia
From Viagem ao Sudeste Asiático - 2006 in Kintamani, Indonesia on Jul 23 '06
Dia 33 – 24 de Julho
Visita a vila Aga de Panglipuran e partida para o Vulcão Batur
Acordamos bem cedo para explorar o nosso hotel em Ubud, que fica na encosta de um morro e beira um rio e cachoeira. Com um mapa do hotel, caminhamos por quase uma hora para passar pelas duas piscinas (uma de agua natural), cachoeira e ir até um templo de nome igual ao do hotel.
Nos despedimos de UBUD e partimos para a vila aga de Panglipuran. No caminho paramos para fotografar terraços de arroz que nos acompanharam por toda a viagem. Antes de chegar a vila, paramos ainda no templo hindu Gunung Kawi. Bali, ao contrário do resto da muçulmana Indonésia, é em sua mairia Hindu. O hinduÃsmo de Bali, no entanto, tem uma série de particularidades apenas a ilha, resultado da mescla com suas tradições e cultos anteriores ao hinduÃsmo chegar a ilha. Para entrar no templo eu e Bia tivemos que nos paramentar com o tradicional Sarong (canga).
Existem apenas algumas vilas agas em Bali e nela residem as tribos mais antigas de Bali e que se isolaram em seus costumes dos reinados e vida moderna em Bali. Com o tempo acabaram adotando o hinduÃsmo, mas com suas próprias celebrações e cultos, como o sacrifÃcio anual de cachorros como oferenda aos Deuses. A vila de Paglinpuram é super organizada com todas as casas alinhadas e seguindo uma mesma planta. A organização impressionou. A organização e civilização da tribo acabou se tornando uma vantagem para atrair os turistas. A vila que visitariamos inicialmente, Truhian, foi insistentemente não recomendada pelo nosso guia, Buda, pois o pessoal por lá ficou meio agressivo com relação a exploração do turismo. Doação para tudo e se os turistas não entram na dança das doações, eles começam a bater nos guias e barrar a saÃda da vila. Por lá a mauquice, ou costume, é a maneira como enterram os mortos. Na verdade não enterram e deixam os corpos ao ar livre sob um arvore, que segundo a lenda, tem o poder de preservar os corpos da putrificação. Melhor mesmo, não pagar para ver...
Seguimos para Kintamani, a cidade que provavelmente inspirou o bar Kintamani em São Paulo – de decoração e cozinha indónesia -, aonde almoçamos e disfrutamos de uma vista espetacular do vulcão e Lago Batur. De lá, seguimos pelo lago Batur de barco até o nosso hotel à beira do vulcão e do lago. Nosso quarto era maior que nosso apartamento em Palo Alto e com vista espetacular do lago. Mais tarde recebemos a visita do guia para instruções sobre nossa aventura do dia seguinte – subida ao topo e cratera do vulcão Batur, o segundo mais alto de Bali e ainda em atividade. Na verdade toda a região aondeestamos, includingo o lago é uma grande cratera do vulcão original. A última grande erupção foi em 1994 e do alto de Kintami, pudemos ver todo o caminho negro da lava sedimentada, nas encostas do vulcão.
Dia 34 – 25 de Julho
Subida a cratera do Vulcão Batur
Começamos nossa caminhada saindo do hotel à s 4 horas da manhã!!!. Um breu total , nada de lua e muitas estrelas. A meta é chegar ao topo para ver o nascer do sol. Somos acompanhados pelo guia Nhonam e um menininho com a mochila cheia de bebidas, incluindo coca-cola, para nos vender a um preço estratosférico qdo chegarmos no topo, acabados de tanto andar. O que ele não esperava é que eu também tinha minha mochila carregada de água. Com lanternas na mão, entramos mata a adentro e seguimos com apenas algumas paradas até o topo. No caminho encontramos outros loucos que como nós estavam tentando chegar o topo. Nosso guia tinha um passo apertadado e acabamos sendo os primeiros a chegar, mais ou menos duas horas depois. O caminho foi barra e progressivamente mais difÃcil, chegando a atingir, segundo nosso guia, 75 graus de inclinação. A Bia, a partir de determinado momento foi literalmente carregada pelo guia. Para variar, nossa aventura não terminou sem marcas, caà de mal jeito e detonei meu dedo. No alto da montanhã, infelizmente tinha uma névoa densa o suficiente para atrapalhar nossa vista do nascer do sol e dos arredores. Nosso menino de carga ficou hiper desapontado qdo recusamos a coca-cola qdo chegamos. No final acabamos comprando um garrafa para recompensar pelo trabalho duro da subida. Estava super frio lá em cima e saÃa vapor de todos os lados do vulcão. Enquanto viamos o nascer do sol, nosso guia foi preparando nosso café da manha, chá com leite condensado, banana e ovo cozido no vapor do vulcão. Ele enterrou os ovos em um buraco na encosta e em alguns minutos eles ficaram prontos – cozidinhos e uma delÃcia.
Depois de meia hora no topo mais alto, seguimos nossa caminhada para ver as outras duas crateras do vulcão Batur. No alto, esperamos até ceú limpar e podermos ver a vista de toda a região. Show de bola. Dava até para ver Lombok, uma outra ilha ao lado de Bali. Mais quatro horas de caminhada, pelas crateras e depois para descer até chegarmos ao nosso hotel, mortos de cansados e prontos para nosso merecido descanso nas termas do vulcão e piscina do hotel.
A tarde, visitamos Besaki, o principal complexo de templos de Bali e dormimos em Candidasa, uma praia para mergulho no lado oeste de Bali.
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